domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
As vezes sou pétala,
outras espinho.
Meu perfume pode ser jasmim,
como pode ser pele.
Meu amor é como serpente e também igual ao da pantera, que ataca sua presa.
Meu livro preferido tem em suas páginas a minha vida,
e sempre há uma página em branco esperando o próximo instante.
Os sonhos realizados foram feitos no meu ventre, e têm nome de anjos.
A fé que trago dentro de mim se chama Deus.
Meu caminho é livre, mas, às vezes, quando entro numa curva, vejo pedras,
e são elas que me ensinam a cair sem me ferir.
Inácia Costa
outras espinho.
Meu perfume pode ser jasmim,
como pode ser pele.
Meu amor é como serpente e também igual ao da pantera, que ataca sua presa.
Meu livro preferido tem em suas páginas a minha vida,
e sempre há uma página em branco esperando o próximo instante.
Os sonhos realizados foram feitos no meu ventre, e têm nome de anjos.
A fé que trago dentro de mim se chama Deus.
Meu caminho é livre, mas, às vezes, quando entro numa curva, vejo pedras,
e são elas que me ensinam a cair sem me ferir.
Inácia Costa
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Já não sei mais se o que sinto no corpo é dor e desalinho.
Está tudo mal alinhado - meu corpo treme!
E não sei porque treme. Nada aconteceu de novo,
ao contrário está tudo mais velho, quase arcaico e mesmo assim
sinto-o em desalinho.
Meus pés não amaciam a grama: destroem-a
Minhas mãos não acariciam a vida: estão cheia de calos
E mesmo agora, escrevendo, é como se todo meu corpo estivesse em farrapos.
Sei que é só hoje esse sentimento de farrapos, desalinho e calos!
Mas e o amanhã????
Inácia Costa
05/02/2011
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