Sempre antes de dormir, ou quando estou dirigindo, me veem pensamentos que me parecem tão fáceis de colocar no papel. Têm início, meio e fim... mas no papel sempre me parece difícil a primeira letra, a primeira vírgula... o ponto final? esse nunca aparece.
Ontém foi um dia de pura reflexão: vida, filhos, amigos, família, política, fé.... meu filho me pediu pra escutar uma composição que tinha feito no violão, foi lindo, foi triste e forte. Daí veio todo esse turbilhão de pensamentos sobre como e quando devemos pedir desculpas, nos desculparmos. Como saber a hora certa?!
Fui dormir com essa sensação de incerteza, de vontade de voltar no tempo e pedir desculpas pra tanta gente. Quantos passaram por mim e só queriam um sorriso? um abraço? uma palavra...um beijo! e eu tão certa das minhas certezas, não sorri, não abracei, palavras? essas nem as tinha. Beijos! que beijos se não sabia do desejo.
Ontém tive vontade de botar meu filho no colo e voar com ele ao encontro do meu outro filho e juntos pedirmos desculpas uns aos outros e ficarmos abraçados pela eternidade de uma nota musical perfeita.... os dedos de um ao violão, do outro ao piano e a minha voz...ah! a minha voz diria os poemas mais lindos e contaria as histórias mais fantásticas que já foram criadas. E assim, hoje não estaria ainda com essa vontade.
Ontém foi um dia de pura reflexão: vida, filhos, amigos, família, política, fé.... meu filho me pediu pra escutar uma composição que tinha feito no violão, foi lindo, foi triste e forte. Daí veio todo esse turbilhão de pensamentos sobre como e quando devemos pedir desculpas, nos desculparmos. Como saber a hora certa?!
Fui dormir com essa sensação de incerteza, de vontade de voltar no tempo e pedir desculpas pra tanta gente. Quantos passaram por mim e só queriam um sorriso? um abraço? uma palavra...um beijo! e eu tão certa das minhas certezas, não sorri, não abracei, palavras? essas nem as tinha. Beijos! que beijos se não sabia do desejo.
Ontém tive vontade de botar meu filho no colo e voar com ele ao encontro do meu outro filho e juntos pedirmos desculpas uns aos outros e ficarmos abraçados pela eternidade de uma nota musical perfeita.... os dedos de um ao violão, do outro ao piano e a minha voz...ah! a minha voz diria os poemas mais lindos e contaria as histórias mais fantásticas que já foram criadas. E assim, hoje não estaria ainda com essa vontade.

Desculpas, palavra que exprime tristeza e alegria, tristeza porque lembramos de tantas pessoas que já se foram e que não escutaram essa simples palavra das nossas bocas, a alegria por lembramos tabém quantas vezes dizemos elas e fomos retribuidos com sorrisos e lágrimas, lágrimas de obrigado, não foi nada, de beijos, ah! infinitos beijos.....
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